Homem preso por furto nas lojas Gazin em VG é apontado como integrante de organização criminosa

Da REDAÇÃO

Rodrygo Alexandre dos Santos, conhecido como “Jatobá”, foi preso nessa quarta-feira (07.11), acusado de participação em vários furtos em Várzea Grande e Cuiabá. O acusado é suspeito de participar de organização criminosa responsável por mais de 15 roubos em lojas comerciais.

Segundo a Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Várzea Grande (DERRF-VG), na segunda (05) e na quarta-feira (07), Rodrygo invadiu duas lojas da Gazin, uma situada no Cristo Rei e outra na avenida Couto Magalhães. Durante a ação criminosa, ele foi surpreendido e preso em flagrante pelos policiais da Derrf-VG.

Conduzido à Delegacia, Rodrygo confessou com riqueza de detalhes a prática de dezenas de furtos na região metropolitana. Ele revelou que os furtos eram praticados durante a madrugada.

O delegado Afonso Monteiro da Silva Junior, relatou que os criminosos arrombavam as portas e os cofres, roubando dinheiro e objetos de valor dos estabelecimentos. A quadrilha contava com veículos dando apoio para fuga e para o transporte do material furtado.

As investigações apontam que o suspeito e seus comparsas, chegavam a furtar os mesmos estabelecimentos de forma reiterada. Apenas em 2018, foram quatro furtos às lojas Ricardo Eletro, nos endereços do Cristo Rei e da avenida Couto Magalhães. Nestas ações, os criminosos roubaram aparelhos celulares, diversos televisores e eletrodomésticos.

Em Cuiabá, o grupo é suspeito de atuar repetidamente (cerca de 10 vezes) em furtos a uma mesma loja (Ricardo Eletro) localizada nos bairros CPA 1 e CPA 4, na Capital. Na loja Acaua, a associação criminosa furtou 1.200 peças de roupas, na loja Macro Informatica foi furtado aproximadamente R$ 80 mil.

Investigação – Segundo o delegado Afonso Monteiro da Silva Junior, os trabalhos investigativos da Derf-VG vão priorizar nos próximos dias a desarticulação dessa vultuosa associação criminosa, objetivando a prisão de todos os seus integrantes.

As investigações prosseguem na especializada também para identificar outros diversos furtos suspeitos de terem sido praticados pela associação, incluindo a uma loja de vestuário que fechou às portas recentemente após ser vítima de novas ações da quadrilha. (Com informações PJC)

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