Voos da Azul entre Cuiabá e Santa Cruz de La Sierra foram adiados para dezembro

Da Redação

Ficou para a partir de 1º de dezembro o início dos voos entre Cuiabá e Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia. A expectativa inicial era o dia 11 de outubro, entretanto, de acordo com nota da companhia aérea, a data foi prorrogada visto o Aeroporto Marechal Rondon ainda passar por processo de internacionalização.

A Azul conta com três voos para entrar em operação ainda em 2018 entre nacionais e internacionais. São voos para Pato Branco (Paraná), Santa Cruz de La Sierra (Bolívia) e Serra Talhada (Pernambuco). A companhia aérea frisa que somando a Rosário, Córdoba, Mossoró e São José dos Campos fechará o ano com oito novos destinos em sua malha aérea.

Em nota a Azul pontua que das quatro bases previstas ainda para 2018, três aguardam a certificação do aeroporto pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

“Além da documentação do órgão regulador, Serra Talhada, no sertão pernambucano, passa por obras de finalização do aeródromo. No caso de Santa Cruz de la Sierra, a pendência para as operações da Azul passa pela internacionalização do aeroporto de Cuiabá, em Mato Grosso, de onde partirão os voos com destino à cidade boliviana. Em virtude do atraso, a companhia adiou o início das frequências entre as cidades para 01º de dezembro”, explica a companhia aérea em nota.

O diretor de alianças da Azul, Marcelo Bento Ribeiro, frisa que a abertura das novas bases de operação previstas para o ano será importante para fomentar novas oportunidades de turismo e negócios.

“O Brasil é imenso, com dimensões continentais. A Azul acredita no potencial econômico do país e por isso tem por base do seu modelo de negócios o desenvolvimento da aviação regional. Concretizar uma operação regular é um marco para muitas cidades que, com a Azul e suas parceiras, passam a se conectar a todas as regiões do Brasil e do mundo. Esse plano de regionalização cria um novo mercado e gera um natural desenvolvimento econômico para a região que passa a contar com o transporte aéreo”, diz Marcelo Bento Ribeiro.

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